Concílio Vaticano II

O Concílio Vaticano II é considerado o grande evento da Igreja Católica no século 20. Com o objetivo de modernizar a Igreja e atrair os cristãos afastados da religião, o papa João XXIII convidou bispos de todo o mundo para uma série de conferências realizadas no Vaticano entre 1962 e 1965.

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Após o falecimento do papa João XXIII, seu sucessor, o Papa Paulo VI convocou a 2ª Conferência do Conselho Episcopal Latino-Americano, que foi realizada em Medellín (Colômbia), entre agosto e setembro de 1968. O objetivo era aplicar os ensinamentos do Concílio Vaticano II às especificidades da Igreja latino-americana.

Dentre as opções tomadas pelos bispos da América Latina na Conferência de Medelín estava “a opção preferencial pelos pobres”. Este processo resultou na tentativa de construção de uma Igreja “progressista”.

Como o Movimento do Custo de Vida rompeu o cerco da repressão

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http://www.snh2015.anpuh.org/resources/anais/39/1438871638_ARQUIVO_Textocompleto-ThiagoMonteiro.pdf

O imaginário social construído pelos agentes do Estado a respeito do Movimento do Custo de Vida (São Paulo – 1973-1982) orientou suas ações nos embates com este e outros movimentos populares, pois, o imaginário social é “uma peça efetiva e eficaz do dispositivo de controle da vida coletiva e, em especial, do exercício da autoridade e do poder.”

As relações entre o Estado e o Movimento do Custo de Vida não podem ser compreendidas apenas pela perspectiva do confronto. O Estado manteve uma postura tríplice em que combinou a repressão com a negação e a negociação.

Para delimitar a questão proposta ao espaço/tempo desta comunicação, buscaremos discuti-la a partir do ato da entrega das assinaturas, realizado na Praça da Sé, em 27 de agosto de 1978 e que, como veremos a seguir, marcou não apenas o auge do movimento, como também a “reocupação e a repolitização do espaço público”

Kramer X Kramer

 

 

Filme vencedor de cinco Oscars: Melhor Direção (Robert Benton), Melhor Ator (Dustin Hoffman), Melhor Atriz Coadjuvante (Meryl Streep), Melhor Roteiro Adaptado (Robert Benton) e Melhor Filme.

Um casal desencontrado. Ele só pensa em trabalho. Ela não suporta mais o papel de mãe/esposa. Ted Kramer é o típico homem dos anos 70 que vive para o seu trabalho. Joanna por sua vez, uma dona de casa entediada com sua vida “morna”. A vida do casal caminha nesse cenário, até o dia que Joanna resolve sair de casa e deixar sua vida e filho para trás. Inicia-se aí a jornada de Ted para se tornar um pai melhor e se ajustar à sua nova realidade. Entre panquecas queimadas e ferimentos em parques de diversão, Ted consegue cativar o seu filho, assim como o telespectador. Porém, ocorre aí mais uma reviravolta, o retorno de Joanna, pedindo a guarda do filho, e dando início a uma disputa judicial pelo garoto.

O filme trás Dustin Hoffman em uma atuação brilhante, como um executivo dos anos 70, focado somente no trabalho, que sofre uma virada de 180º em sua vida, tendo que se adaptar a cuidar de seu filho, ver seu casamento destruído, e aguentar a perda do seu emprego. Do outro lado, temos uma Meryl Streep linda, jovem e com o talento de sempre, mostrando apenas com um olhar toda a melancolia de Joanna e a sua vida fracassada. E no eixo dessa história temos o jovem Justin Henry, que interpreta Billy, o filho dos Kramer, que com sua inocência dos 6 anos, encanta a platéia.

A direção de Robert Benton também tem um brilho. Além de tratar o assunto com tamanha veracidade de fatos, trás nos mínimos detalhes, inclusive de ângulos de câmera, um “olhar” por vezes sofrido, por vezes curioso da trama. Uma das cenas mais bacanas fica por conta da corrida de Ted para o hospital após um acidente de Billy, onde a câmera o acompanha sem nenhum corte, levando o telespectador com ele, compartilhando a sua angústia e dor. Além disso, a cena final do filme nos remete ainda mais à sensação de que estavamos vivendo a realidade do filme, quando este “termina” de maneira simbólica, deixando quem assiste ser levado pela imaginação ao pensar “e agora?”. Pelo menos é essa a pergunta que paira no ar quando aparecem os créditos.

Uma das razões pela qual o filme causou tanta comoção quando lançado foi exatamente por retratar a inversão de papeis (homem x mulher/ mãe x pai) na década de 70, onde era raro ver um pai/ homem fazendo tarefas até então destinadas para mulheres/ mães.

Algumas curiosidades sobre “Kramer vs. Kramer” são bem interessantes: Meryl Streep era tão desconhecida na época, que a imprensa nem sabia escrever seu nome; os protagonistas tiveram alguns problemas durante as filmagens por serem ambos bastante perfeccionistas; a famosa cena do sorvete, onde Billy desafia seu pai escapando do jantar e ir direto para a sobremesa, foi completamente improvisada tanto por Dustin Hoffman quanto Henry Justin, porém o diretor Robert Benton gostou tanto da cena que ele decidiu mantê-lo no filme; o final do filme causou espanto na platéia na época, exatamente por ser um final “sem fim”.

“Kramer vs. Kramer” sem dúvidas é um filme clássico, atemporal e que “fala” com quem assiste. Mostra que nem sempre a vida é como gostaríamos, mas que temos que nos adaptar a ela, e mostrar que somos fortes, que somos os protagonistas de nossa história e que a família continua ainda hoje sendo o nosso bem maior.

https://cinemadetalhado.com.br/2013/04/resenha-do-filme-kramer-vs-kramer-1978.html

 

Perversidade

Quando não exigimos que o estado e o governo cumpram com a sua obrigação de atender o que está na CF, providenciando habitação, educação, segurança, saúde, transporte para os/as cidadãos/cidadãs, nós estamos, em certo grau, sendo perversos.

As pessoas “normais” retiram a própria responsabilidade do tema perversidade e direcionam essa responsabilidade aos psicopatas, aos criminosos, aos terroristas. É a ideia de que o mal está no outro e não em nós mesmos.

Eleições majoritárias e proporcionais

A – Pelo sistema majoritário é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos nas eleições para os cargos de:
– presidente da república;
– governador de estado e do Distrito Federal;
– senador e
– prefeito.
A maioria pode ser:
a) simples ou relativa, onde é eleito aquele que obtiver o maior número dos votos apurados; ou
b) absoluta, onde é eleito aquele que obtiver mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos em branco e os nulos.
A exigência de maioria absoluta visa dar maior representatividade ao eleito, ocorrendo nas eleições para Presidente da República, governador de estado e do Distrito Federal e prefeito de município com mais de 200.000 (duzentos mil) eleitores.
Nessas hipóteses, caso o candidato com maior número de votos não obtenha a maioria absoluta, deverá ser realizado segundo turno entre os dois candidatos mais votados, em razão do disposto nos arts. 29, inciso II, e 77 da Constituição Federal.

B – O sistema proporcional, ao votar, o eleitor estará escolhendo ser representado por determinado partido e, preferencialmente, pelo candidato por ele escolhido. Contudo, caso o mesmo não seja eleito, o voto será somado aos demais votos da legenda, compondo a votação do partido ou coligação.
Nas eleições para os cargos de deputado federal, deputado estadual, deputado distrital (DF) e vereador, considera-se que a representatividade da população deve se dar de acordo com a ideologia que determinados partidos ou coligações representem.
Neste sistema se aplica o cálculo do quociente eleitoral, obtidos pela divisão do número de “votos válidos” pelo de “vagas a serem preenchidas”.

Do You Know Where You’re Going To?Diana Ross

Esta música de Diana Ross foi lançada em 1976. É tão suave, lembra a suavidade daqueles tempos em que eu fazia faculdade em Alfenas. Saudades… Link para o YouTube abaixo.

Do you know where you’re going to?
Do you like the things that life is showing you?
Where are you going to, do you know?
Do you get what you’re hoping for?
When you look behind you there’s no open door.
What are you hoping for, do you know?
Once we were standing still in time,
Chasing the fantasies that filled our minds.
And you knew how I loved you but my spirit was free,
Laughing at the questions that you once asked of me.
Do you know where you’re going to?
Do you like the things that life is showing you?
Where are you going to, do you know?
Now looking back at all we planned,
We let so many dreams just slip through our hands.
Why mus we wait so long before we see

How sad the answers to those questions can be?
Do you know where you’re going to?
Do you like the things that life is showing you?
Where are you going to, do you know?
Do you get what you’re hoping for?
When you look behind you there’s no open door.
 https://www.youtube.com/watch?v=VOH6SzDX3l4